Convulsionando Antropofágicamente
Continuando o raciocínio, depois de metabolizar essas coisas todas do post anterior, me dei conta, também, que essa coisa de buscar pelo novo, nos valendo das matérias-primas do “externo” para digerí-las e transformá-las em algo autoral não vem de agora.
Lembram que, em 1920, nossos saudosos Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e sua patota batuta lançaram o Movimento Atropofágico, que consistia exatamente nisso: “A deglutição (daí o caráter metafórico da palavra “antropofágico”) da cultura do outro externo, ou seja, não se deve negar a cultura estrangeira, mas ela não deve ser imitada… Tipo, a devoração cultural das técnicas importadas para reelaborá-las com autonomia, convertendo-as em produto de exportação.”
Penso que a propaganda argentina está fazendo isso mto bem em várias de suas campanhas e ações que são pensadas independentemente da plataforma… pensando fora do quadrado, usando toda a sorte de referências externas e criando soluções autorais que quebram paradigmas.
Como twitou um amigo meu estes dias “O Brasil tem mto o q aprender com a propaganda Argentina”.
Quem sabe não podemos propor algo como um Manifesto assim? Nos inspirando nos Modernistas brasileiros e transformando, criando algo tipo o “Neoantropofágico na Hipermodernidade”… heheheh…
Bueno… Continuo convulsionando…
Câmbio…
O caminho inverso do Processo Criativo
Ontem tive uma bela oportunidade de dar uma palestra e bater um papo com a galera da unidade da AG2 de Pelotas. Foi muito legal. “Trocamos” bastante e tive um bom tempo de metabolizar algumas coisas no bus de volta sobre tudo que falamos…
Assim, estava, como sempre, divagando sobre o processo de criação/produção que se tem em uma agência “tradicional”. Na verdade cheguei a conclusão de que o fato de existir esta falta de idéias tipo “big ideas” vem de um legado industrial na maneira de criar. Além de várias outras coisiritas.
Falo industrial, num modelo de linha de montagem que tem como início do processo o seu final…
Ou seja, “precisamos criar coisas para inscrever em Cannes”, Temos 3 outdoor e 4 meia pg, criem em cima disso”… Bueno… vc´s entenderam né? A Jeni (colega), em uma ocasião, me deu uma luz sobre isso editando em 2 frases tudo o que eu estava meio q convulcionando: “Parace q eles pegam uma referência de uma coisa legal e ficam pensando em que cliente ou produto vão aplicar. Eles criam para um anuncio. Criam para um filme, em vez de criar para resolver um problema”
Vide o caso do anúncio da DM9 agora…
Tá… isso é uma coisa… Outra ainda é o fato de termos estruturas departamentalizadas… como uma linha de montagem da Ford nos anos 60… um aperta um parafuso.. outro encaixa a roda… duplas de criação… planejamento… mídia… criação… Sendo que elas quase não se falam entre si… na maioria das vezes, só comunicam-se na “passagem do bastão da linha de montágem”.
O processo criativo é uma desordem organizada. Não tem fórmula.
Paradoxalmente é Lógico e Anárquico.
Não interessa se é online ou offline… penso que qualquer que seja a estrutura de criação que se desprenda das amarras que falei acima, já tem mais espaço e “cria” muito mais e melhor do que o resto.
Mas como eu falo sempre: “Eu não trabalho com criação, eu vivo criando.” Por isso, as estruturas de criação mais “jovens” estão quebrando a banca…
Arriscam mais… Fazem diferente… Porque focam no processo e não no resultado…
O processo criativo tem motivavção intríseca a ele… quem é apaixonado pelo “processo” em si, pelo “fazer criativo”, sabe que o resultado é decorrente do processo.
Por mais que eu trabalhe com web, quando procuramos uma solução para algum projeto, ela pode ser um site ou não… porém, sempre vão ter coisas digitais no bolo… pq vivemos internet… pq internet é um hub.
Esse é o grande pecado de agências tradicionais quererem ter núcleos de “novas mídias”, “integração”, e todo o tipo de nome que podem dar a pessoas que pensam diferente dentro do processo deles… O processo excludente e parcial de uma linha de montagem criativa de uma agência tradicional está calcado num modelo de negócio que não comporta a inovação autêntica… E sim fazer brain folheando uma Archive…
Nos tempos de hj, temos as mesmas referências, lemos os mesmos feeds, pitaqueamos as mesmas chupadas… Quem é criativo? O quanto a gente arrisca? Os clientes arriscam?
Na verdade, as referências são equivalentes a vivências.
Então, tira tua cara do FWA e vai ver os espetáculos do POA em Cena, Cinema, Circo, brinca com teu cachorro, Toca violão, escuta aquele MP3 cáaasssico… Enxerga o MUNDO… ali estão as referências.
O fato é quebrarmos paradigmas diametralmente ligados pelo óbvio… e isso é no dia-a-dia…
Bom… falei, falei e não disse nada… ou não… bom…
Valeu galerinha de PEL. Até a próxima!
Continuo convulcionando…
Câmbio…
Convulcionando sobre múltiplas inteligências bitoladas pelo processo da máquina.
Nesta segunda-feira passada, aconceceu em POA um evento muito interessante no qual não tive oportunidade de prestigiar: Fronteiras do Pensamento, cujo palestrante era Howard Gardner.
Pra quem não sabe, lá pelos anos 80 ele publicou uma teoria que vem bem ao encontro de tudo que penso sobre o que tange a máquina da sociedade do mundo e nosso processo criativo. A teoria atende pelo singelo nick de “Teoria das Inteligências Múltiplas“.
Segundo ela, o ser humano possui cerca de 9 tipos de inteligência, relacionadas a cada aptidão (ou perfil).
Aquela história de pessoas com perfil para números, desenho, texto… Algo que, algumas descobrem bem cedo… outras nem tanto. Eu por exemplo, desenho desde sei lá quando… acho que desde a barriga de mamãe, hahahah. Mesmo assim, demorei a me dar conta de que eu gosto mesmo é trabalhar com criação…
Na verdade costumo dizer que não trabalho com criação, eu vivo criando. Não interessando substrato, aplicação ou área de trabalho. Pois… sim tem muita gente que demora pra achar seu caminho… ou um dos caminhos.
O fato é que, a exemplo do textinho ai ao lado “Welcome to de Machine”, somos doutrinados a viver pela média. Ser mais um cerzinho na multidão cinza. Mas somos cobrados e reconhecidos por nossa raridade.
Segundo o nosso amigo Howard, “as pessoas deveriam ser ensinadas a partir de suas habilidades inatas e não a partir de conceitos escolares generalizantes.”
Cara, isso é música pra os meus ouvidos… além de tudo, como a teoria é dos 80´s, ele concorda e até incentiva pessoas a estudá-la e contribuir para sua atualização, correção e evolução. Muito massa.
Onde quero chegar com isso tudo é que pouquíssima gente se dá conta que o processo criativo é contínuo e interdisciplinar. A maioria acha que criativos são artistas, a “galerinha da criação”… Mas estão redondamente enganados… Isso é o que elas foram programadas a pensar… O processo criativo está em TODAS as áreas, e TODOS são criativos… é só se dar conta disso. Parece fácil? Mas não é tão simpels assim se dar conta e colocar realmente em prática.
Um carinha com um perfil mais Lógico-matemático, pode ser extremamente criativo trabalhando com gestão, organização, dinheiro… Por que será que contadores bons são difíceis de achar? Ou em programação… análise de sistemas… Música… Opa… Música?
CLARO!!! Música é matemática… (claro que se não tiver “alma”, fica faltando uma perninha na mesa…) mas trocando em miúdos é matemática… Um cara com inteligência logico-matemática se daria muito bem entendendo partituras.
Parece loucura, mas é muito óbvio.
As inteligências se distribuem em nossas cabeças em percentuais diferentes de cada um dos tipos e… Tcharán! Temos um perfil para cada “profissional”. Porém, na maioria dos casos, as pessoas não linkam uma aptidão à outra e acabam trabalhando em coisas que odeiam para sustetar hobbies que adoram.
Mas se as pessoas e gestores começassem a incentivar e prestar atenção em hobbies e coisas tipo lado B de todos que trabalham na equipe, coisa que deveria ser feita desde a pré-escola, teríamos muita gente mais feliz no mundo.
Penso também, que muitos dos processos em empresas, ensino e na prória sociedade como um todo ainda são herdados da era da indústria…. porém, mesmo assim fica a pergunta:
“Qual pílula você vai querer escolher? Azul ou vermelha?”
Câmbio…
Geniais robozinhos comoditizados pela média…
Holla pessoas,
Não sei que assistiu o Fantástico na Globoem que foi exibida uma matéria sobre educação e “como enfrentar a repetência“.
Pois é… desde o início da reportágem, comecei a tremer e convulcionar.
Isto porque os argumentos da presentes ali me mostraram um sistema de ensino cada vez mais falido do ponto de vista do método, passando pelo processo a avaliação e terminando num arcaico modelo de formação de pessoas cinzas e robôs no mais clássico formato industrial do século passado.
Como já comentei (e indiquei, pois vale muito escutar o cara) a palestra no TED do Sir Ken Robinson… Vale a lembrança… pois o que ele fala nesse vídeo, é mto do que, penso eu, ser um dos maiores problemas para o desenvolvimento real da sociedade.
Na verdade, todo o sistema de ensino, no cobra pelo resultado… notas… e não pelo processo.
Na real, eu acho que nota não indica porra nenhuma. É um mero instrumento pra eximir de culpa, pessoas que se dizem professores, de ter um método (ou não – pois fórmula não existe) para avaliar cada aluno de uma maneira justa e focada no processo.
Tá, mas onde eu quero chegar com isso? Na verdade, o problema de desenvolvimento da sociedade que comento é justamente, o que outrora foi extremamente necessário, a formação de pessoas “na média”…
Como falo no textinho aqui ao lado de intro do blog… somos formados por um sistema que forma robôs, calcado em uma era industrial, que foi no século passado…
Lá… antigamente… precisáva-se de mão-de-obra o mais operacional possível.. modelos de linha de montágem demandavam isso… nosso modelo de poder está mudando numa velocidade quase virtuosa, no qual o que vale mesmo é o processo mental… idéias diferenciadas… pessoas criativas… não interessando se são das finanças ou das artes… o MUNDO está demandando por isso…
Só que … nosso modelo de ensino não propicia esse tipo de coisa… Fora algumas pessoas (realmente professores) que fogem à regra. Vou dar apenas um exemplo:
Quando era guri, estudei Literatura Brasileira como todo mundo. Só que nossa professora, na época, nos propôs uma atividade quebrando um gigantesco paradigma no ensino da literatura.
Ela nos pediu para ler “A Moreninha”, “O Cortiço”, e todos aqueles livros do romantismo brasileiro… (Até hj acho que tive muita sorte por topar com pessoas assim na vida escolar..).
Tudo isso mais do que normal… só que ela nos separou em grupos e cada grupo leu um dos livros… A tarefa/projeto consistia em produzir um filme baseado no livro que o grupo leu.
VC´s TÊM NOÇÃO DO QUANTO ISSO É GENIAL???”"”
Ela consegiu trabalhar inteligências múltiplas dos alunos, quem gostava de arte fazia figurinos, cenários, fotografia… quem era mais das exatas fazia os gerenciamentos e direções necessárias,,, os mais voltados a atuar atuavam… Bom… por fim, cada grupo fez o seu fime e passamos uma semana assistindo a produção de todos… Resultado? Até hj me lembro de todos os mínimos detalhes de “A Moreninha”… Não precisamos “decorar com base na decoreba”… e nem copiar e colar da web…
Perguntem onde anda esta alma extraordinária do ensino de letras? Sei lá… a última vez q eu soube de algo foi que tinha sido demitida… (por não se encaixar nos moldes e padrões???)
Se nosso ensino fosse voltado para o processo e não sermos cobrados pelo resultado, trabalhariamos nossas inteligências múltiplas desde apré-escola. E assim, não teríamos tanta gente indecisa no vestibular, porque passaram a vida toda na média… então não sabe o que fazer… o que realmente gostam de fazer….
Mas…. espero que isto esteja mudando…
Prém, as pessoas que realmente fazem e pensam diferente, dificilmente vão para o mercado de ensino… Ou, como é o meu caso, até começou nessa vida de doçente a algum tempo, mas não consegiu conciliar horários… e acabou deixando para segundo plano…
Um dia volto a lecionar…
Até lá…
Continuando … Convulcionando…
Câmbio…
Tema de casa: Cantadas? TênisCustom…
Holla Pessoal,
Esse post é pra divulgar mais um dos meus trabalhos.
Na real é pra tomar vergonha na cara e tirar do forno de uma vez um dos “temas de casa que ficaram pra traz” e de quebra, “ir lá e fazer” uma coisa que eu tava a horas pra colocar na roda.
Eu ando customizando tênis, mas como tem uma galera que faza isso, to convocando os amigos pra “dar de presente” uma customização e gerar um buzz…
Dêem uma olhada nesse:
A idéia é eu pegar um tênis/sapato de cada interessado e combinarmos de ir no próximo “Cevas & Blogs” (http://search.twitter.com/search?q=cevaseblogs, http://parcialidadetotal.blogspot.com/2009/05/cafe-e-cevas-10.html)de POA, “uniformizados” com as criações…
Esse tipo de desenho tá meio que se tornando “compulsão” pra mim… Como vc´s podem ver aqui, nem a caixa de papelão da minha mesa de trabalho escapou.
tem outros desenhos aqui no Behance.
Assim, os interessados em enviem um e-mail (didscalvin@gmail.com)… e vamos ajudar esse amigo inquieto que vos fala…
Acho que dá róque…
Até pq, podem me propor coisas pra customizar tbm… tipo bolsas, laptops, celulares… topamos qualquer desafio… Quem topa?
Câmbio…
Projeto experimental Political Shared Virus
Seguindo as idéias para a Perestroika, a segunda empreitada é mais complexa…
não tenho nem idéia de como visbilizar, mas que dá róque, dá…
No final do mês passado, foi constatada a primeira “pandemia virtual do mundo”. Se passou num game online chamado “World of Warcraft“. No RPG, a praga chamada de “Sangue Corrompido” dizimou mta “gente virtual”.
Dêem uma lida aqui… só pra se ambientarem…
Bueno… partindo deste pressuposto, cheguei ao raciocínio desta idéia para os “quesitos”:
“Verdade incerta” e “storytelling”.
Imaginem o seguinte:
Chegam as próximas eleições…
Começa a rolar na rede boatos sobre um vírus… virtual… o qual tem um histórico de ter nascido da mente de algum anarquista apartidário…
Seu poder: “Renderizar” nas imagens/vídeos/fotos dos candidatos à eleição um visual de peste… estilo zumbi…
Mas ele tem uma métrica para tal “render”: Um banco de dados gigantesco, no qual são tageadas todas as informações a respeito da pessoa publicadas na web (blogs/sites de notícias/sites pessoais…). Destes dados, o sistema traça uma média e chega ao “grau de infecção” de cada um dos candidatos.
Como podemos ter acesso a este mecanismo de RaioX ético/social?
Inicialmente, basta entrar no site da companhia dita “criadora” do mecanismo… e autorizar sua instalação…
Feito! todas as fotos/vídeos/imagens dos candidados que vc acessar irão aparecer com “aparência epidêmica”.
Depois, o app seria difundido pelos próprios usuários.
O site ainda contara com uma ficha de cada candidato, buscando rss´s das notícias e posts sobre eles.
Possível é…
vamos aguardar as próximas eleições… e os próximos passos seguirão.
Câmbio.
Projeto Experimental Paradoxo da Solidão na Hipermodernidade
Como tarefa da última aula da Perestroika, recebemos a incumbencia de criar idéias nos quatro pilares discutidos e apresentados os quais resumem a linguagem/estratégia/vida da web hj…
Esta é uma das idéias… relacionadas a dois aspectos discutidos: “Vai lá e faz” e “todo mundo quer falar”
Se relaciona com os dois pois: “Vai lá e faz” porque ele tava engavetado a um tempo…e se eu não fizesse (desse continuidade) alguém iria fazer… e “todo mundo quer falar” porque é colaborativo… Confere só:
*************
Há gente que acredita que estamos não mais na contemporaneidade, nem na era moderna ou pós-moderna… era da informação…
Na verdade há quem diga que vivemos a hipermodernidade… Somos bombardeados com informação em multimeios, em multihorários, em multimídias, em multilinguagens…
Inconscientemente, ou não, as pessoas estão cada vez mais individualistas e carentes de expressão… A apatia toma conta da nossa sociedade, mas paradoxalmente, ou não, sentimos uma indignação generalizada e contida, na qual as pessoas exorbitantemente desejam se expressar de maneira única num caldo cultural que cada vez mais as torna iguais.
Superexposição anônima, hipernotoriedade de alguém desconhecido, que se torna “atração principal” e despois de amanhã cai na obsolência e esquecimento. Pensei em traduzir visualmente os sentimentos generalizados e paradoxalmente íntimos de pessoas… então passei cerca de 2 anos selecionando e armazenando “nicks” de MSN. Porém, não sabia muito como iria processar essa matéria prima em algo visualmente palpável.
Em algum momento cheguei a esta solução… dentre infinitas posibilidades… esta é a primeira de multiaplicações possíveis, em multimeios, em multihorários, em multimídias, em multilinguágens…
Aqui postei somente a primeira série de posters. Quer conferir as 3 séries completas?
//////////////////////////////////
Depois, pensei em trazer dinamismo para o projeto em uma aplicação em flash… esta foi a segunda geração… aplicativos em flash que “buscam os nicks…”
Confere acessando os links e dando RELOAD neles pra ver como randomizam.
Hj me dei conta que existe um mecanismo ainda mais poderoso e dinâmico…
Twittando, as pessoas transportaram os Nicks de MSN para uma escala nunca antes imaginada de dinamismo e “real time”…
Então, criei a conta PSHM (Paradoxo da Solidão na HiperModernidade) que a partir de agora será utilizada para coletar twitts… os quais irão compor outra série de pôsteres.
A idéia é realizar uma exposição dentro de 3 ou 4 meses em local a definir.
Quem se habilita a participar? http://twitter.com/pshm
Agora é só aderir ao projeto e esperar o convite para a exposição…
=]
Playing For Change – Episode 7
Bah… simplesmente fiquei sem palavras assistindo a isto…
Eles ensinam o mundo a usar as ferramentas da internet, ainda por cima, encabeçando uma causa… no mínimo FODAAA!!!!
Depois da campanha do Obama, foi a coisa mais genial que já vi em matéria de usar a web para engajar pessoas…
O vídeo acima é do sétimo episódio…
Vale conferir, participar, espalhar…
To sem palavar até agora.
Câmbio…
“Jedes Herz ist eine revolutionäre Zelle”
Imaginem a BAUHAUS num formato da “nova economia”, tipo eBay ou Amazon… sonho? ou tá caindo de maduro?
Câmbio…
Uma das coisas mais inteligentes que li nos últimos dias…
“A reprodução mecânica da arte muda a reação das massas. A atitude reacionária em relação a uma tela de Picasso se transforma em reação progressista em relação a um filme de Chaplin… O convencional é desfrutado sem crítica, e o verdadeiramente novo é criticado com aversão”. by Walter Benjamin
FOOOOODAAAA!!!!
Não sei pq me identifico tanto com o pensamento dele, que proferiu esta ilustre frase em meados de 1936…
Ou nada mudou… ou é cíclico;;; hehehe Com qual vc´s ficam?
Câmbio…












